Uma Central de Monitoramento 24h recebe os eventos dos sistemas de segurança instalados — alarmes, câmeras e controle de acesso —, coloca cada evento em uma fila por prioridade e o entrega a um operador. O operador verifica o que está acontecendo, consulta as câmeras relacionadas, segue o protocolo definido pelo cliente e registra cada ação até o encerramento.
Do equipamento à Central
Quando um sensor dispara, uma porta é aberta fora do horário ou uma câmera detecta algo configurado, o equipamento do local envia um evento pela rede. Esse evento chega identificado: cliente, unidade, zona, tipo de ocorrência e horário. Na Central Timp, eventos de diferentes fabricantes são padronizados no mesmo formato.
Fila e prioridade
Os eventos entram na fila por prioridade. Um disparo de alarme fora do horário, por exemplo, tem prioridade maior do que um aviso técnico de comunicação.
A verificação pelo operador
O operador assume o evento e abre as câmeras associadas àquela zona — essa associação é feita no projeto de CFTV e alarmes. Com as imagens, ele avalia o que está acontecendo antes de qualquer outra ação.
O protocolo do cliente
Cada cliente e unidade tem um protocolo definido na contratação: horários de funcionamento, prioridades e a ordem de contatos. O operador vê o protocolo ao lado do evento e segue as etapas previstas.
Registro de cada ocorrência
Cada ocorrência tem uma linha do tempo com o que aconteceu, quem agiu e como foi encerrada — inclusive quando o evento é classificado como falso positivo ou falha técnica. Para ver esse caminho em detalhe, leia o que acontece quando um alarme dispara.
O que a Central não faz
- Não impede que uma ocorrência aconteça: acompanha os eventos e segue o protocolo.
- Não substitui a manutenção dos equipamentos do local.
- Não monitora equipamentos incompatíveis: a compatibilidade é avaliada no projeto.
Conteúdo escrito pela equipe técnica da Timp a partir da experiência de projeto e instalação no Rio de Janeiro.